PAGAR 125.000,00 KZ PARA SEREM SOLTOS ?

PROCURADOR DO CUANGO EXIGE 125.000,00 KZ AOS 5 ACTIVISTAS DO PROTECTORADO PRESOS NO DIA 14 DE ABRIL PARA DAR SOLTURA

Na passada semana ouvimos do Ministro do Interior Ângelo Veiga Tavares, a pedir dos efectivos da Policia Nacional e dos Serviços de Investigação Criminal, de primeiro investigar e depois prender, o que tem sido contrário no território colonial da Lunda Tchokwe.

Aqui os efectivos da PN e do SIC sob encobrimento dos Procuradores, e na base da crise financeira que assola todas as famílias, aproveitam-se dos instrumentos jurídico da lei que tem para brincar com a sociedade, extorquindo algumas migalhas de trocos sujos em nome da Lei.

Os 5 Activistas do Protectorado do Reino Lunda Tchokwe, que no dia 14 de Abril do corrente ano, a PN de Cafunfo prendeu sem motivo nenhum, e, ainda agrediram brutalmente, em conseqüência disto, vendo que o cidadão Antonio Castro Kassongo se encontrava gravíssimo, tentaram esconder o mesmo numa outra Unidade.

Não fosse a pronta intervenção dos familiares e da Liderança do MPLT que em tempo oportuno denunciaram o seu desaparecimento, a Policia do CAFUNFO/CUANGO teria a coragem de o terem eliminado.

O PGR junto da PN do Cuango, depois do acareamento feito com os Activistas não encontrou motivos que os incriminasse, nem teria existido quaisquer faltas com respeito contra a autoridade policial segundo argumentos falaciosos dos agentes que estiveram no acto.

O PGR não encontrou nenhum motivo, porque tem que exigir 125.000,00 Kz a pacatos cidadãos que por sinal são desempregados, fruto das humilhações porque é submetido o povo Lunda Tchokwe pelo regime de Luanda desde 1975, quando a Lunda foi anexada a Angola.

Quem deveria pagar ao Procurador Municipal Sr Pedro Magalhães os 125.000,00 Kz são os Agentes da Policia de Cafunfo/Cuango que ele tem encobrindo nos actos criminosos contra a população que os mesmos têm vindo praticando.

Não há como os Activistas pagarem estes 125.000,00 KZ

O facto dos Agentes da Policia do CAFUNFO/CUANGO terem agredido os Activistas, terem esfaqueado o Cidadão Estevão e terem violentado o cidadão António Castro Kassongo e ainda o terem escondido, por si é crime punível e condenável por esconderem provas, por abuso de poder entre outros crimes por estes praticados inclusive expulsão no seio da Policia Nacional.

Como se poder explicar, o cidadão é preso na rua sem motivos, é levado para a cela sem nunca ter praticado crime nenhum e, é lhe cobrado dinheiro para sair da cadeia injusta?

Em Angola e, sobretudo na Lunda Tchokwe, continua a impunidade, continua as violações dos Direitos Humanos e outras práticas nocivas a convivência Pacifica entro os povos heterogêneos.

Por Cajiji
25 DE ABRIL DE 1974 - O DIA NEGRO DA HISTÓRIA DE PORTUGAL

25 DE ABRIL DE 1974 - O DIA NEGRO DA HISTÓRIA DE PORTUGAL"

ESTE BLOGUE ENTROU NO LUTO EM MEMÓRIA DA TRAGÉDIA DA REVOLUÇÃO DOS CRAVOS. VOLTA DIA 26 Amanhã vai haver, como anos anteriores, o circo da palhaçada, em frente da Assembleia da Republica como assim no interior discursos .São os discursos da hipocrisia e não menos de cinismo. O 25 de Abril de 1974 foi a maior desgraça, histórica, que poderia ter acontecido aos portugueses.

Do 25 de Abril de 1974 serviram-se meia dúzia deles que alguns já partiram. Encheram o "olho" de bens materiais e de prazeres de vida à conta do Zé Pagode.

Os "palhaços" e adeptos do 25 de Abril não conseguiram, em 44 anos, oferecer uma vida digna aos portugueses. Os "palhaços" do 25 de Abril é gente de baixo estofo que não prestam e valem nada. Tentam distorçar a história perante a juventude actual incutir-lhes um feito que não valeu e nada e nada lhes deu.

A história, no futuro, julgará a "tralha" do 25 de Abril, onde se incluem os militares e os oportunistas que depois se viriam aproveitar.

Eu como outras centenas de milhares de portugueses vimos as nossas vidas dar uma viragem de 180 graus.
José Martins, (vítima do 25 de Abril de 1974, que teve que fugir de África aos 39 anos de idade, para salvar a pele!)

José Martins

A tragédia esquecida da descolonização

Por Jornal O Diabo

A memória do abandono das províncias ultramarinas continua dolorosamente presente. O drama dos “retornados” é uma ferida que a III República não conseguiu sarar. Falta ainda que se faça justiça: para as centenas de milhar de inocentes cujas vidas foram arruinadas e para os responsáveis pela tragédia africana de 1975.

Os manuais de História tratam o tema como encerrado, mas as perguntas incómodas mantêm a sua pertinência. Com que direito os militares portugueses do MFA entregaram Angola e Moçambique a partidos aliados da (hoje extinta) União Soviética? Por que razão os povos das províncias ultramarinas nunca tiveram o direito de se pronunciar sobre o seu destino? A crise dos refugiados, vulgo “retornados”, era inevitável?

A apressada outorga de independência aos territórios do Ultramar, um dos grandes pecados da actual República, aconteceu no ano de 1975. Nessa data, chegavam a Lisboa mais de 400 mil refugiados de África, brancos, negros e mestiços inocentes que viram as suas vidas arruinadas por uma descolonização então chamada “exemplar” mas hoje prudentemente rotulada de “possível”. Na verdade, uma tragédia desnecessária que provocou o maior movimento de repatriação de sempre na nossa História.

O império de D. João II foi abandonado à pressa, e o pouco que restava dele jazia perto do Padrão dos Descobrimentos, em contentores desconjuntados contendo as parcas posses que os portugueses ainda conseguiram salvar da guerra civil que se aproximava velozmente de Angola. Só para evacuar todos os portugueses de África foram necessários 905 voos, e a recém-nacionalizada TAP teve de dar uso até aos imponentes Boeing 747 recentemente adquiridos.

Os EUA e a URSS também contribuíram, tanto para a desgraça que estava a acontecer, como com aviões para retirar do Ultramar, sobretudo de Angola, cidadãos cujo único “crime” era terem nascido portugueses. Também foram usados 27 navios, que transportaram 100 mil pessoas. Quinhentos anos depois, barcos modernos faziam a rota das caravelas, mas em sentido contrário.

Os custos económicos do abandono de 98% dos territórios portugueses foram gigantescos para os povos afectados. Em 1973, o Produto Nacional Bruto de Angola era de 2,7 mil milhões de dólares, e o de Moçambique de 3.1 mil milhões, segundo dados do Banco Mundial. Poucas anos mais tarde, eram apenas uma ínfima fracção desse valor. Por sua parte, Portugal passou de ter taxas de crescimento de 10% ao ano, para ter de receber o FMI pela primeira vez em 1977.

Terror e racismo de esquerda

O actual regime angolano, agora a tentar revestir-se com o verniz da legitimidade dos Estados civilizados, afirma que os “colonos” nunca foram expulsos, apenas escolheram abandonar o território por causa do seu “racismo”. Mas a verdadeira história é bem diferente, quando contada por quem viveu os horríveis acontecimentos de 1975 – como Américo Cardoso Botelho, que os deixou pungentemente retratados no seu livro “Holocausto em Angola”..

A autoridade portuguesa no território, dominada pelo Movimento das Forças Armadas (MFA) e manipulada pelo Alto-Comissário Rosa Coutinho, já estava em colapso mesmo antes da independência formal. Execuções públicas, saques a casas de portugueses, pilhagem generalizada eram já comportamentos comuns mesmo antes de a nossa bandeira ser arriada pela última vez. Uma situação que, com excepção das execuções, não era muito diferente da vivida em Portugal continental, a braços com a anarquia do PREC.

Em Julho de 1974, mais de mil reclusos fogem da prisão em Angola, muitos deles homicidas, e as autoridades decidem conceder-lhes uma amnistia porque o governo já não tinha recursos para os capturar de novo. Em Luanda e Lourenço Marques a taxa de homicídios dispara. Em pleno PREC, Vasco Gonçalves declara a uma televisão alemã que as inquietações dos portugueses em África eram as “de uma minoria teimosa e egoísta, que se recusa a reconhecer as perspectivas de futuro”.

Os jornais ainda estavam quase todos sob o controlo das forças de esquerda e não reportavam a situação de forma isenta, virando os portugueses continentais contra os seus concidadãos de além-mar. Um jornalista britânico, John Bruce Edlin, chegou mesmo a ser expulso de Moçambique por questionar a anarquia reinante, mas desta vez ninguém protestou no estrangeiro.

A actual República Portuguesa gostaria, por certo, de esquecer que entregou todo o Império Português ao bloco comunista soviético. Mas não há maneira de esquecer como, no momento crucial, o racismo da esquerda se revelou. Na hora da separação forçada, os brancos foram considerados “portugueses” e os negros “outra coisa”, quando anteriormente eram todos cidadãos nacionais sob a mesma bandeira.

Durante séculos, Portugal assumiu responsabilidades pelos habitantes daqueles territórios, e muitos, em troca, serviram a sua Pátria. Em 1974, metade do Exército Português era composto por soldados africanos, incluindo o mais condecorado oficial das nossas Forças Armadas, Marcelino da Mata. A vasta maioria destes soldados foi abandonada à sua sorte. E a sua sorte foram execuções em massa, tanto deles como das suas famílias.
Silêncio…
Os refugiados de África organizaram-se para exigir indemnizações ao Estado português. Esse, por sua vez, sacudiu a água do capote alegando que a III República ainda não existia à data da colonização, e consequente descolonização, dos territórios. Ainda hoje, quarenta anos depois, os espoliados de África não viram um cêntimo. Muitos não conseguiram trazer de África nem uma ínfima parte do que lá haviam construído e amealhado com o suor do seu rosto. O infame decreto-lei 181/74 tornava a transferência cambial de escudos ultramarinos para escudos portugueses uma operação quase impossível.

Os causadores de toda a catástrofe humanitária que se viveu nunca foram julgados. A elevada idade de alguns significa que já não o serão. Outros viveram e morreram no maior dos confortos, por vezes até com pensões do Estado português. Outros ainda estão no poder nos territórios africanos.

A actual República começou coxa, e ainda coxa sobrevive. Quer esquecer os acontecimentos de há quatro décadas para resguardar a “paz social”. Mas por todo o mundo a crise angolana está a despertar a atenção dos países desenvolvidos para a tragédia de 1975, especialmente tendo em conta os efeitos trágicos que teve.

Todos os anos são publicados livros que contam uma história divergente da história oficial em relação à descolonização.

Livros como “Diamantes de sangue: corrupção e tortura em Angola”, do jornalista angolano Rafael Marques, “Guerra e Paz: Portugal/Angola”, de W.S. Van der Waals, “Guerra d’África, 1961-1974 – Estava Perdida a Guerra?” de Humberto Nuno de Oliveira e Brandão Ferreira, “Holocausto em Angola”, de Américo Cardoso Botelho, “Em Nome do Povo – O massacre que Angola silenciou”, de Lara Pawson, ou “Os Retornados Mudaram Portugal”, de Fernando Dacosta, entre muitos mais, desmentem a “verdade politicamente correcta”.

O silêncio oficial continua, e nas escolas ainda o 25 de Abril e a descolonização “exemplar” são contados aos alunos segundo a cartilha esquerdista. Nas escolas, as crianças aprendem os três “D” do MFA antes de lhes ser ensinado o Hino Nacional. Mas mesmo com toda a censura e revisionismo, existe felizmente quem ainda queira descobrir a verdade.

O silêncio está a tornar-se ensurdecedor.
( JULGAMENTO ) DE RAFAEL MARQUES E A FANTASIA VENDIDA COMO REALIDADE

( JULGAMENTO ) DE RAFAEL MARQUES

JÁ É PORCAMENTE SENSACIONAL A FORMA COMO A ( IN ) JUSTIÇA ANGOLANA VENDE A FANTASIA COMO REALIDADE !

Se o sistema judiciário angolano não fosse a farsa que é , já teria transformado este ( julgamento ) num dos julgamentos contra um dos homens mais corruptos que Angola já conheceu de nome João Maria de Sousa Merino ex PGR , porque as provas que Rafael Marques e outros tantos têm em sua posse e com muito prazer gostariam de atirar-lhe á cara perante um tribunal que merece credibilidade são mais do que suficientes.

Mas o que me espanta nesta história toda já não é esta palhaçada com simulações juridicas , que todos nós conhecemos ,.

Mas sim a estratégia que Rafael Marques deve ter elaborado inteligentemente para saber lidar-se com essa situação , sem ficar revoltado , sem pensar em se vingar e ainda por cima ter forças para gargalhadas por achar ate uma certa piada toda fantasia que geralmente é vendida como realidade.

As vezes situações como esta assumem o comando do nosso pensamento e comportamento , e se não formos fortes esse sentimento de vitimação pode abalar nossa auto-estima , provocar um comportamento defensivo e as vezes ate mesmo gerar um quadro depressivo .

Mas ainda bem que temos um Rafael Marques honesto e muito forte , que não vai se deixar abalar , vai continuar á investigar casos de corrupção e publica-los , chamem-se os corruptos como se chamarem , consciente de que não está sozinho nesta luta.

Fórum Livre Opinião & justiça

Fernando Vumby
VOTOS NULOS E BRANCO LIDERAM SEGUNDO PESQUISA

Sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, os votos nulos e em branco ‘lideram’, de acordo com a pesquisa Datafolha, a primeira feita após a prisão do petista.

Nos seis cenários do levantamento sem o líder petista, a porcentagem de votos brancos e nulos varia entre 23% e 24%, ou seja, maior do que a intenção de voto no candidato em primeiro lugar. No cenário com Lula, os votos brancos e nulos variam de 13% a 14%. Entre os eleitores de Lula, um terço prefere votar em branco ou anular o voto, em vez de escolher outro nome, segundo a pesquisa.

Mesmo com Lula preso por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do tríplex do Guarujá, a cúpula do partido já disse que pretende manter sua candidatura. Apesar de a Lei da Ficha Limpa tornar inelegíveis candidatos condenados em tribunal colegiado, caso do ex-presidente, a legislação permite que ele peça o registro de candidatura e que o partido faça campanha até a Justiça Eleitoral decidir sobre o caso.

Fernando Haddad e Jaques Wagner, cotados para substituir Lula como candidato do Partido dos Trabalhadores não atingem mais de 2% das intenções de voto na pesquisa. Guilherme Boulos e Manuela D’Ávila, pré-candidatos de esquerda, também não vão além.

A pré-candidata da Rede, Marina Silva, herdaria o maior percentual de votos de Lula (20%), em uma eleição sem o líder petista, seguida de Ciro Gomes, do PDT (15%). O deputado federal Jair Bolsonaro (PSL) ganharia 5% dos votos de Lula, Geraldo Alckmin (PSDB) 5%, Joaquim Barbosa (5%), Ávaro Dias (Podemos) 3%.

Apenas 3% dos eleitores de Lula disseram que votariam em Fernando Haddad (PT) e em Manuela D’ Ávila (PCdoB). Segundo o mesmo levantamento, porém, dois de cada três eleitores do ex-presidente dizem que votariam em um candidato indicado por ele. Votariam em outros 7%, em branco ou nulo, 32%. Não souberam responder 3%.

A pesquisa Datafolha foi realizada entre os dias 11 e 13 de abril, em 227 municípios. Foram feitas 4.194 entrevistas A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
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