Na luta pelos Direitos Humanos
12 Outubro 2017
      
NA LUTA PELOS DIREITOS DO HOMEM.

O Nossos Sofrimento foi Arquitectado pela Máfia do MPLA de JES e Sustentado pela Oposição.
OS ANGOLANOS PRECISAM ODIAR OS PARTIDOS POLÍTICOS.

O poder enriqueceu-se e a oposição, de igual forma abastou-se porque este é o principal objectivo dos Partidos que temos até hoje, comparam-se a verdadeiras sociedades comerciais que tendem, inicialmente ao lucro.

Realizam-se eleições, grita-se, reclama-se, mas no fundo, quer o gritante como o gritado atingem o “organismo” pretendido - o enriquecimento de um pequeno grupo em detrimento de mais de 20 milhões de habitantes, se olharmos para os dados do censo e os da Comissão Nacional Eleitoral.

Tornam-se ricos, partilham riquezas entre eles por vias do Conselho da República, Parlamento, ERCA, Empresas próprias e os dez dólares norte-americanos que entram nos cofres de cada um destes Partidos por cada voto que o coitado iletrado e não só deposita na urna aquando da eleição.

Enquanto os milhares entram nos bolsos dos menos de um milhão de cidadãos que comportam às elites dos Partidos e que comem nisso o pacato cidadão residente em Camakupa, Buengas, Sanza Pombo, Gulungo Alto e outras localidades, que votou, vive sem água, luz e tão pouco energia ou mesmo medicamentos.

Pior que isso, os mesmos Partidos, conhecendo a origem da iniciativa legislativa, impuseram aos cidadãos filiação ou adesão aos Partidos políticos como requisito indispensável para se chegar ao Parlamento ou cargo de Presidente da República, como se pode ver a redação do artigo 111º conjugado com 109º, da Constituição de Angola. Diante deste quadro, que passou e continua a passar no caminho do sofrimento, da miséria dos cidadãos, como resultado da estratégia política não restam dúvidas de que os “ANGOLANOS PRECISAM ODIAR OS PARTIDOS POLÍTICOS” e, com isso, encontrar outros modelos organizacionais socialmente capazes de cuidar dos seus interesses no verdadeiro sentido e sem “pactos políticos onerosos”, pois, ajudam a enriquecer elites que nem cinco porcento da população representam.

Colhido de: Vasco Teca Gama


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