Moisés Sotto Mayor : Não sei porque milagre uma ninoria vence a maioria democrática !
7 Julho 2018
      
NÃO SEI PORQUE MILAGRE UMA MINORIA VENCEU A MAIORIA DEMOCRÁTICA!

Os Congressos são órgãos máximos… Soberanos de deliberação das organizações de massas, bem como, essencialmente, partidos políticos e coligações partidárias.

Pela primeira vez na vida presenciei a dissolução parcial da deliberação emanada de um Congresso democrática, por decisão de uma minoria. A decisão de um Congresso, como de igual modo – o congresso da CASA-CE é digna de ostentação de poder da maioria democrática.

Ela – a deliberação do congresso –, não pode ser dissolvida por cartas privadas ou vontades singulares, nem por palavras desiguais contra a decisão da soma das opiniões plural da maioria, emitidas pelos delegados eleitos que participam por excelência e de livre consciência no debate das temáticas do Congresso.

Assim como aconteceu com a CASA-CE, onde o Tribunal Constitucional estabilizou a soma das opiniões da maioria deliberada no Congresso democrático, inviabilizando a transformação da CASA-CE em partido, deliberação sustentada, em favorecimento do interesse privado da vida 4 individualidades contra a deliberação do mesmo congresso que os elegeu vice-presidentes e por conseguinte Deputados.

os juízes não são máquinas! Por isso, não podem decidir sobre dados introduzidos. Eles representam a ética e a moral, a mundividência, que dita a regra da consciência saudável, que constrói o livre arbítrio para além da lei.

É importante aqui referir que a participação do congresso da CASA-CE foi ampla. Nele estiveram presentes Jornalistas, nacionais e internacionais, personalidades do corpo diplomático, personalidades de organizações políticas Nacionais e internacionais; autoridades eclesiásticas, tradicionais e da sociedade civil.

O mas sagrado do testemunho do congresso foi a presença do Venerando Juiz do Tribunal Constitucional Rui Ferreira que constituí parte da grandeza suprema e legítima do Congresso da CASA-CE. Pelo facto, de ser, na altura o mais alto funcionário do Estado angolano ali presente.

O que por idoneidade deu e dá maior pendor de credibilidade e razão as conclusões, recomendações e a deliberação uniforme do Congresso da CASA-CE. Muito embora, essas personalidades de idoneidade comprovada acima mencionadas, não fazerem parte do debate das temáticas, por não terem Direito de voto e ser votado, no acto magno. Mas no entanto, representaram e representam o testemunho legítimo e bastante autorizado, que dá credibilidade a razão, da realização do magno e soberano evento da Convergência Ampla de Salvação de Angola – Coligação Eleitoral, dentro e fora do país.

Podemos concluir com isso, tendo em consideração a magnitude do Congresso a sua popularização e internacionalização, presenciada pelo mundo, que existem 4 únicas pessoas, uma minoria ínfima, contra o mundo: não vou falar dos dois conselheiros! Mas, dos dois vice-presidentes que se querem tornar coordenadores, que por ambiguidade e descuido promovem suas Funções Pública com o conceito de relatividade, que é contra o conceito de decisão legitimada no congresso e autenticada no tribunal Constitucional.

Em 2017, ano eleitoral, os mesmos dirigentes, eleitos por excelência vice-presidentes no congresso se fizeram contra a deliberação legítima do Congresso da CASA-CE. Hoje o que se verifica, é que, os mesmos estão contra o acórdão do Tribunal Constitucional que os autenticou, como todos outros, legítimos vice-presidentes e dirigentes da formação partidária CASA-CE.

A peça envida ao Tribunal Constitucional contra a deliberação do Congresso e muitas outras atitudes de comportamento contra os documentos reitores da CASA-CE institucionalizados, contrariam a posição, de juntos com responsabilidade cuidarmos da vossa imagem sustentada pelo vosso cargo e tudo de pessoal que podemos enaltecer.


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